DIA INTERNACIONAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA: ALERTAS GLOBAIS SOBRE CENSURA, INTIMIDAÇÕES E VIOLÊNCIA CONTRA JORNALISTAS
Neste domingo, 3 de maio, o mundo celebra o Dia Internacional da Liberdade de Imprensa, instituído pela ONU em 1993 e inspirado pela Declaração de Windhoek, que defendia uma imprensa africana independente e pluralista. A data reforça que uma imprensa livre é condição essencial para a democracia e o Estado de Direito.
Em 2026, o foco global recai sobre os riscos crescentes enfrentados por jornalistas, como censura, intimidação e violência. Relatórios recentes da UNESCO apontam para ameaças que incluem vigilância digital, prisões arbitrárias e ataques físicos.
“Os jornalistas estão cada vez mais expostos a riscos que comprometem não apenas sua segurança, mas também o direito da sociedade à informação”, destacou a organização.

A Comissão Africana de Direitos Humanos alertou para retrocessos globais, lembrando que o Índice de Liberdade de Expressão caiu 10% desde 2012.
“A liberdade de expressão é um pilar contra a tirania e indispensável para o desenvolvimento sustentável”, afirmou a entidade.
Já a Associação Internacional de Radiodifusão (AIR) homenageou os profissionais da imprensa e reforçou o papel dos Estados na proteção da categoria. “Cabe aos governos garantir que jornalistas possam exercer sua função sem medo de censura ou violência”, declarou a AIR.
O chamado à ação é claro: organizações internacionais pedem que países assegurem a segurança e a liberdade de atuação da imprensa. Para especialistas, uma imprensa livre é fundamental para a cidadania informada, combate à corrupção e fortalecimento da democracia.
Da Redação.
(Foto: Imagem ilustrativa/A Crítica) e Foto: EBC.