CAFÉ BAIANO SE CONSOLIDA COMO POTÊNCIA NACIONAL E LIDERA PRODUÇÃO NO NORDESTE
Nesta terça-feira (14), Dia Mundial do Café, a Bahia reafirma sua força na produção nacional. Em 2026, o estado deve colher 227,9 mil toneladas, ocupando a quarta posição no país e liderando o Nordeste, segundo o IBGE. O café representa R$ 4,023 bilhões, o quarto maior valor da agricultura baiana.
O secretário da Agricultura, Vivaldo Góis, destacou: “As condições favoráveis de clima e solo, aliadas ao trabalho de qualidade e inovação realizado pelos produtores, têm resultado em um café de excelência na Bahia, reconhecido no Brasil e no mundo.”
O café conilon predomina, com 133 mil toneladas (58,4%), enquanto o arábica deve alcançar 94,8 mil toneladas (41,6%). Municípios como Itamaraju, Prado e Barra da Estiva estão entre os maiores produtores.
Assis Pinheiro Filho, diretor da Seagri, ressaltou: “É uma localidade que se destaca pela resiliência e agora pela busca crescente por certificações de sustentabilidade e através do cooperativismo a agregação de valor.”
Regiões como o Oeste e a Chapada Diamantina já possuem selos de Indicação Geográfica, reforçando a qualidade e identidade do café baiano. Estudos também apontam potencial de expansão para o Vale do São Francisco, Baixo Sul e Recôncavo.
Com políticas públicas voltadas à modernização, assistência técnica e fortalecimento das cooperativas, a Bahia consolida o café como símbolo de identidade cultural e motor econômico.
Fonte: Ascom/Seagri
Foto: Divulgação/ Ascom Seagri