CORONEL:”DAS NOITES TRAIÇOEIRAS” À AUSÊNCIA NA LAVAGEM DO BONFIM”

A tradicional Lavagem do Bonfim, marcada para esta quinta-feira (15), pode se tornar palco de um gesto político significativo: a ausência do senador Angelo Coronel (PSD). Embora não haja confirmação oficial, interlocutores próximos indicam que a tendência é de não participação, o que, em ano eleitoral, ganha peso simbólico.

CONTEXTO POLÍTICO
O final de 2025 foi marcado por tensões internas no grupo governista baiano.

A hipótese de uma chapa majoritária exclusiva do PT ganhou força, reduzindo o espaço do PSD.

O movimento atingiu Coronel diretamente, já que sua presença na composição passou a ser descartada.

O episódio mais crítico veio de dentro do próprio partido: Otto Alencar, presidente estadual do PSD e aliado histórico de Coronel, declarou apoio à reeleição de Jerônimo Rodrigues, mesmo sem o senador na chapa.

IMPACTO DA DECISÃO 
A possível ausência de Coronel na Lavagem do Bonfim não é apenas logística, mas política. O evento é tradicionalmente utilizado como vitrine de alianças e demonstrações de força. Não comparecer, neste momento, pode ser interpretado como um sinal de distanciamento e até como uma forma de protesto silencioso contra a condução das negociações eleitorais.

LEITURA ESTRATÉGICA 
Para o PSD: a ausência reforça a percepção de fragilidade dentro da base governista e expõe fissuras internas.

Para o PT: consolida a narrativa de hegemonia na chapa, mesmo às custas da insatisfação de aliados.

Para Coronel: funciona como recado público, sem necessidade de pronunciamento direto, preservando margem de manobra futura,

Da Redação – Fonte da informação: Política Livre.

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